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Objetivos

  • Objetivos Gerais

    Capacitar médicos para atuar na área de cardiologia, de forma que estejam aptos a:
    (1) exercer atividades técnico-assistenciais nos três níveis de atenção à saúde, nos setores: ambulatorial (níveis primário, secundário e terciário), enfermaria cardiológica, unidades de emergências (pronto atendimento) e de cuidados intensivos (unidade coronariana), por meio da assistência direta ao paciente.
    (2) reconhecer que a atualização constante é uma necessidade para o exercício profissional e buscar nas melhores evidências científicas da literatura médica vigente a base para suas condutas.
    (3) atuar pautados em princípios éticos e humanísticoss.

  • Objetivos Intermediários

    A) Cognitivos:
    Ao final do programa, o estagiário deverá estar apto a:
    • Dominar os conhecimentos referentes à fisiologia e anatomia do sistema cardiovascular.
    • Compreender os princípios básicos da embriologia cardíaca e família de genes envolvidos na cardiogênese;
    • Conhecer a epidemiologia, etiologia, fisiopatologia, fatores de risco, história natural e evolução clínica, das principais doenças cardiovasculares;
    • Interpretar sintomas e sinais durante a avaliação de pacientes portadores de desordens do aparelho cardiovascular;
    • Desenvolver raciocínio crítico em relação as indicações, contra-indicações, limitações, custo-efetividade de exames cardiovasculares complementares, evitando super e subutilização dos mesmos;
    • Desenvolver raciocínio crítico em relação as indicações, contra-indicações, limitações, custo-efetividades e complicações de procedimentos cardiovasculares não invasivos e invasivos;
    • Apreender os conceitos de promoção, prevenção, manutenção, recuperação e reabilitação da saúde na clínica cardiológica;
    • Compreender farmacocinética, farmacodinâmica, indicações, contra-indicações, interações, efeitos adversos e toxicidade dos principais medicamentos para o tratamento das doenças cardiovasculares.

    B) Psicomotores:
    Ao final do programa, o estagiário deverá estar habilitado a:
    • Realizar o atendimento, incluindo obtenção da história clínica, realização do exame físico, orientação diagnóstica e terapêutica de pacientes portadores de doenças cardiovasculares ambulatoriais, internados em enfermarias, unidades de emergência e de terapia intensiva;
    • Elaboração de prontuários médicos, laudos, relatórios e receitas pautados em princípios éticos-legais;
    • Realizar e interpretar exames cardiovasculares complementares (eletrocardiografia, Holter, teste de esforço, teste cardiopulmonar de exercício, MAPA) no contexto clínico, e relacionar os achados às doenças cardiovasculares;
    • Indicar e interpretar adequadamente os métodos de imagem: radiografia de tórax, ecocardiograma, cintilografia miocárdica, cineangiocoronariografia e ventriculografia, angiotomografia do coração e dos vasos da base, angiorressonância cardíaca;
    • Realizar adequadamente procedimentos ambulatoriais, de urgência e emergência concernentes ao saber e competência do cardiologista;
    • Estimar adequadamente o risco cardiovascular e sugerir condutas em situações clínicas e cirúrgicas cardíacas e não cardíacas;
    • Avaliar o risco cardiovascular e os benefícios da prevenção para o indivíduo e para a população;
    • Preparar e apresentar casos clínicos, temas e artigos científicos, diretrizes estabelecidas pela Sociedade Brasileiras de Cardiologia (SBC) em visitas, reuniões, sessões e congressos.

    C) Afetivos – Comportamentos e Atitudes
    Ao final do programa, o estagiário deverá estar capacitado a:
    Em relação ao desenvolvimento pessoal:
    • Reconhecer e aprimorar a função social, ética, técnica e científica do médico cardiologista.
    • Manter uma comunicação efetiva, expressando-se de forma clara e apresentando uma escuta atenta.
    Em relação ao paciente e seus familiares:
    • Estabelecer um relacionamento com o paciente baseado na empatia, confiança e respeito à autonomia do paciente;
    • Considerar o custo-efetividade e a plausibilidade de prescrever determinado regime de tratamento, e ser capaz de motivar o paciente para manter aderência ao mesmo a longo prazo.
    Em relação a equipe de saúde:
    • Interagir e cooperar com a equipe médica e demais profissionais de saúde.